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Mantidas prisões do prefeito e alto escalão de Turilândia; cinco vereadores ganham tornozeleiras

As prisões preventivas do prefeito de Turilândia (MA), Paulo Curió (União Brasil), da primeira-dama Eva Curió, da ex-vice-prefeita Janaina Soares Lima, do marido dela, Marlon de Jesus Arouche Serrão, além do contador da prefeitura, Wandson Jhonathan Barros, foram mantidas pela Justiça após audiência de custódia realizada quarta-feira (24), em São Luís. Com a manutenção das prisões preventivas, o prefeito e os demais investigados foram encaminhados à penitenciária de Pedrinhas, na capital maranhense, onde devem passar a virada do ano.

Já os cinco vereadores que estavam com mandados de prisão em aberto se apresentaram nesta quinta-feira (25) na Unidade Prisional de Pinheiro (UPPHO). Gilmar Carlos (União Brasil), Savio Araújo (PRD), Mizael Soares (União), Inailce Nogueira (União) e Ribinha Sampaio (União) receberam tornozeleiras eletrônicas para o cumprimento de prisão domiciliar, conforme determinações judiciais.

Os investigados são suspeitos de integrar uma organização criminosa responsável por um esquema de desvio de recursos públicos no município de Turilândia. Segundo o Ministério Público do Maranhão, o prejuízo causado aos cofres públicos pode ultrapassar R$ 56 milhões.

De acordo com as investigações, o esquema era liderado pelo prefeito Paulo Curió, com apoio da atual vice-prefeita, Tânia Mendes, e da ex-vice-prefeita Janaína Lima. O grupo usava empresas de fachada para firmar contratos fraudulentos com a prefeitura e desviar dinheiro público.

Um dos principais casos envolve o Posto Turi, que teria recebido mais de R$ 17 milhões da prefeitura. Também estão apontadas nas investigações as empresas Luminer Serviços, Climatech Refrigeração, SP Freitas Júnior, JEC Empreendimentos e Potencial Empreendimentos.

Parte do dinheiro, segundo o Ministério Público do Maranhão, era usada para pagar despesas pessoais da ex-vice-prefeita, enquanto o restante era repassado ao prefeito ou a aliados. A operação cumpriu 51 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão em diversas cidades do Maranhão. Os investigados podem responder por crimes como organização criminosa, fraude em licitação, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro.

Com informações do G1 e Diário do Poder

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