A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quinta-feira (29), em Bauru (SP), um suspeito de planejar um atentado em nome do grupo terrorista Estado Islâmico. De acordo com a PF, o suspeito montava um colete com explosivos e planejava uma ação no Brasil.
A investigação contou com o apoio da polícia americana (FBI) e foi autorizada pela 3ª Vara Federal de Bauru. A PF cumpriu mandados de prisão temporária, de busca pessoal e domiciliar, além de medidas de acesso imediato aos dados eletrônicos e do celular do suspeito.
Através destas informações, a PF buscará maiores informações, podendo acessar histórico de conversas no Whatsapp, mesmo que tenham sido apagadas.
“As investigações prosseguem com o objetivo de aprofundar a apuração dos fatos, bem como prevenir a ocorrência de atos que atentem contra a segurança pública e a ordem social”, disse a PF.
Quem participou da investigação?
De acordo com a PF, a investigação contou com apoio do Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos (FBI, na sigla em inglês). O combate ao terrorismo é a principal prioridade de investigação do FBI, que, além de identificar criminosos americanos, também ajuda a desmantelar redes terroristas em todo o mundo.
Quais eram os planos do investigado?
Segundo as apurações da PF, o investigado estava montando um colete com explosivos para praticar um atentado terrorista suicida no Brasil.
A corporação não deu detalhes sobre a cidade ou Estado onde ele planejava executar o ato.
Como está a investigação?
Além dos mandados de prisão temporária e de busca pessoal e domiciliar, os policiais também cumpriram medidas de acesso imediato a dados eletrônicos e de quebra de sigilo telemático – que permite o acesso a dados e conteúdos de comunicações eletrônicas armazenadas, como e-mails e mensagens.
Quais são os próximos passos?
Segundo a PF, as investigações ainda não terminaram. O objetivo agora é aprofundar a apuração dos fatos e prevenir a ocorrência de atos que atentem contra a segurança pública e a ordem social.
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